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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Os 1001 benefícios do ovo para a saúde


Porque é que médicos e nutricionistas recomendam a sua ingestão?
  • É saudável, natural e completo.
  • Contém proteínas de elevada qualidade e oito aminoácidos essenciais.
  • O que pode pedir mais de um alimento? Esclareça todas as dúvidas!

Quantos ovos se podem comer por semana?

Para uma criança, uma pessoa de estatura pequena ou média, ou que não faça desporto, recomen­dam-se três ou quatro ovos por semana. Uma pessoa corpulenta ou que pratique algum exercício físico intenso pode comer sete sem problemas.


Sobe os níveis de colesterol?

É verdade que o ovo contém coles­terol mas inúmeras investigações deitaram por terra o mito de que o colesterol ingerido no ovo por pessoas saudáveis aumenta o risco de virem a ter doenças cardiovas­culares.


É o principal responsável pelas salmonelas?

A salmonela é produzida pela ma­nipulação incorrecta dos alimen­tos. Para a evitar, compre e use apenas ovos com a casca intacta e limpa. Lave bem as mãos e os utensílios de cozinha; não parta os ovos no canto do recipiente onde os vai bater e não separe as claras das gemas com a própria casca.

  • Vigie o tempo de cocção para destruir as possíveis bactérias;
  • Cozinhe bem as tortilhas, por exemplo.
  • E conserve todos os alimentos – frescos ou cozinhados – no frigorífico, particularmente no Verão.

É melhor o branco ou o escuro?

Não existem diferenças nutricio­nais entre um e outro. Acor do ovo deve-se à raça da galinha e não a factores relacionados com a alimentação da ave.

Como deve ser conservado?

No frigorífico, mantém-se fresco durante quatro semanas para além da data de validade. Coloque os ovos num compartimento inde­pendente, afastados dos outros alimentos, para que não absorvam sabores nem odores. As claras e as gemas, juntas ou em separado, podem ser congeladas, mas sempre sem casca e depois de serem ligeiramente batidas. Chegam a durar um ano, conservados desta forma.


Artigo publicado em Sapo Saúde. Texto de Madalena Alçada Baptista. Responsabilidade editorial e científica da revista Prevenir.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Aumente o bom colesterol


O colesterol HDL é chamado muitas vezes de «colesterolbom», mas a verdade é que é excelente:
quanto mais alto for o valor de HDL, menor é a probabilidade de sofrer de doenças cardíacas. As estatinas (inibidores de colesterol) não são particularmente eficazes na produção de HDL, mas felizmente novas pesquisas demonstram que pode aumentar o colesterol bom comendo os seguintes alimentos:

Chocolate preto:
Num estudo recente, um grupo de voluntários que comeu 100 g de chocolate preto por dia (com 70% de cacau) durante uma semana subiu o nível de HDL em cerca de 9%. Claro que é uma dose exagerada de chocolate (contém 550 calorias), mas Paul A. Gurbel, médico no Hospital Sinai, em Baltimore, e co-autor do estudo, defende que comer uma dose menor (15 g por dia), mas por um período maior de tempo, também ajuda.

Salmão:
O nível de HDL subiu 4% em adultos que comeram 150 g de salmão por semana durante quatro semanas, de acordo com um estudo da Universidade Loma Linda, na Califórnia. Outros peixes gordos, como cavala, arenque ou sardinha, oferecem os mesmos benefícios.

Frutos silvestres:
Não precisam de ser frescos, apenas em quantidade: o nível de HDL sobe 5% quando se
ingere uma taça de frutos silvestres por dia durante oito semanas.

Ovos:
Adultos saudáveis que comeram um ovo inteiro por dia durante 12 semanas viram o seu HDL aumentar 48%,
segundo um estudo feito na Tailândia. Os ovos são ricos em lecitina, que faz aumentar o HDL


Artigo de J.G. publicado na edição de Janeiro de 2010 da revista Selecções do Reader's Digest

domingo, 10 de agosto de 2008

Incompatibilidades Alimentares 2


Ovos:

Combinam bem com verduras e raízes, legumes secos, cereais, feculentos, sumos de frutas abóbora e tomate.

Combinam mal com frutas doces e frutas ácidas.


Bananas:


Combinam bem com frutas frescas, doces e tomate.

Combinam mal com cereais, feculentos, legumes secos e verdes, frutas secas e oleaginosas.

Frutas secas:


Combinam bem com frutas frescas doces, mel, feculentos, cereais e legumes secos.

Combinam mal com frutas oleaginosas, frutas ácidas, verduras raízes, leite e seus derivados e tomate.

Frutas Oleaginosas:


Combinam bem com verduras, raízes, pão, cereais, feculentos, frutas ácidas, legumes secos, limão e tomate.

Combinam mal com frutas secas, frescas e doces.


Fruta Fresca Doce:


Combina bem com frutas secas, castanhas, cereais, feculentos, bananas, mel e geleias.

Combina mal com verduras raízes, frutas oleaginosas, limão, abóbora, tomate e frutas ácidas.


Verduras e raízes:


Combinam bem com frutas oleaginosas, pão, cereais, legumes secos, feculentos, limão, azeite, ovos e maçãs.

Combinam mal com açúcares, fruta seca e fruta doce.

Limão:


Apenas deve ser usado com saladas de verduras e raízes quando estas sejam comidas com frutas oleaginosas e não com pão ou farináceos.


Combina mal com tomate, feculentos, cereais e legumes secos.


Retirado do livro: Chaves, António J. Leal, Viva Melhor com a medicina do lar, Edições Une, 8ª Edição, 2006

segunda-feira, 24 de março de 2008

A Vitamina D pode retardar envelhecimento


A vitamina D pode ajudar a retardar o envelhecimento e proteger de certas doenças relacionadas com a idade, revela um estudo britânico hoje divulgado.

Uma equipa de cientistas do King´s College de Londres, que estudou 2.160 mulheres entre os 18 e 79 anos, descobriu que quem tinha menores níveis de vitamina D mostrava mais sintomas de envelhecimento biológico.

Apesar dessa constatação, os cientistas, que publicaram os seus resultados na revista «American Journal of Clinical Nutrition», mostram-se cautelosos e indicam que são necessários estudos em maior escala para confirmar a descoberta, que, a confirmar-se, teria um grande impacto no campo da saúde.

Entre os indicadores mais fiáveis da idade de uma pessoa estão os telómeros, estruturas especializadas no final dos cromossomas das chamadas células eucarióticas.

Os telómeros asseguram a estabilidade dos cromossomas e protegem os seus extremos contra a degradação e a fusão com outros cromossomas.

Com o envelhecimento, os telómeros encurtam-se progressivamente, o ADN da célula torna-se menos estável, até que finalmente morre.

As mulheres que participaram na experiência dividiram-se em três grupos segundo os seu níveis de vitamina D, e, segundo descobriram os especialistas, aquelas com os níveis mais elevados tinham telómeros mais largos, equivalentes a menos cinco anos de envelhecimento, do que as que apresentavam os níveis mais baixos dessa vitamina.

No Verão, o próprio metabolismo cria quase toda a vitamina D que necessita como reacção à luz do sol, enquanto no Inverno essa vitamina se deve sobretudo à ingestão de peixe como a cavala, o salmão e a sardinha, ou no óleo de fígado de bacalhau.

Os ovos, a carne, o leite e a manteiga também contêm vitamina D, embora em menor quantidade.

O director da equipa do King´s College, o endocrinologista Brent Richards, afirma que o estudo ajuda a explicar como é que a vitamina D tem efeitos protectores em doenças relacionadas com a idade, como as cardiovasculares e o cancro.

Segundo Tim Spector, um dos co-autores do estudo, “ainda que pareça absurdo, a mesma luz do sol que aumenta o perigo de sofrer cancro da pele pode ter um efeito benéfico no processo de envelhecimento em geral”.

Artigo publicado pelo Diário Digital / Lusa em 18-11-2007