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domingo, 6 de junho de 2010

Portugal é um dos países europeus com maior prevalência de obesidade infantil


A obesidade infantil afecta 12,5% das crianças entre os 2 e os 5 anos e 11,3% das crianças entre os 11 e os 15 anos no nosso país. O excesso de peso atinge ainda 30% dos jovens portugueses, de acordo com o Estudo de Prevalência da Obesidade Infantil e dos Adolescentes.

Por isso, Ana Rito da Plataforma para a Obesidade diz ser tão importante que "a cozinha deixe de ser um espaço interdito aos mais novos e possa ser um local onde as crianças, enquanto brincam, aprendem a confeccionar refeições nas quais a utilização de frutas e legumes contribui para dar mais cor aos pratos e fomentar a adopção de hábitos alimentares saudáveis".

Brincar na cozinha para combater a obesidade
Vários chefes famosos estão a por crianças a confeccionar pratos de fruta e legumes para os fazer consumir comida mais saudável.

Nem sempre é fácil convencer os pais a deixarem os filhos aventurarem-se nos cozinhados, reconhece Conceição Rego, mãe da Patrícia, de sete anos, uma das participantes no workshop de cozinha para crianças realizado na última semana em Évora. "Não a costumo deixar colaborar pois há sempre algum receio em relação ao perigo que representa a utilização de facas e do fogão." A ideia deste workshops , que estão a decorrer por todo o País com o apoio de vários chefes de cozinha famosos, é exactamente atrair as crianças para a cozinha de forma a combater a obesidade infantil.

Neste dia, em Évora, o líder era o chefe António Nobre, que concorda que a presença de crianças na cozinha é "uma forma de as incentivar" a seguir uma alimentação saudável. "Não quer dizer que não comam hambúrgueres ou esparguetes à bolonhesa que há por aí com muita fartura. Mas devem descobrir os outros sabores e, para isso, o papel dos pais é fundamental", diz. Um dos truques, desvenda, consiste em adaptar as receitas a cada faixa etária. Por isso, Nobre colocou os mais novos a construir um "Carro do papá" (receita de Henrique Mouro com ananás, kiwi, iogurte e cereais).

Trata-se de descobrir a "arte" de brincar na cozinha que é um desafio que pode ajudar pais e filhos a combater os problemas associados à obesidade, diz Ana Rito, investigadora do Instituto Nacional da Saúde e vice-presidente do Conselho Científico da Plataforma Contra a Obesidade.

Colaboradora do livro "Hoje, o Chefe Sou Eu!", onde se baseiam este workshops e que reúne receitas pensadas para chefes de 'palmo e meio' por grandes mestres da cozinha, como Augusto Gemelli, Bertílio Gomes, Henrique Sá Pessoa, Mafalda Pinto Leite e Ricardo Costa, a investigadora defende que a cozinha enquanto espaço lúdico pode contribuir para afastar os mais novos do "ambiente obesogénico" em que vivem, "farto em alimentos de elevada densidade energética".

"Quanto mais interessadas as crianças estiverem em cozinhar melhor se habituam a uma cozinha mais saudável e a evitar o fast food", diz , por seu lado, o chefe Henrique Sá Pessoa, autor de programas televisivos sobre culinária e um dos cozinheiros que contribuiu com receitas para o livro, incluindo uma "Frittata de legumes com peito de frango", onde beringelas, brócolos e courgettes são servidos na "companhia" de ovos, frango e cogumelos.

"Quase todas as crianças gostam de ovos mexidos e nesta receita juntei uma quantidade de legumes que, no meio da mistura com os ovos e o frango, passam disfarçados. É um prato bastante colorido e é uma boa maneira de os habituar a comer legumes, um dos produtos que mais falta faz na alimentação das crianças."

No workshop em Évora, a cor enchia os pratos dos miúdos. E, enquanto via a filha cortar um abacaxi para lhe dar a forma de um automóvel, sobre o qual espalhará algum mel, Conceição admite que, apesar dos receios, valerá a pena deixar a filha estar na cozinha, vez em quando : "De facto, as refeições podem tornar-se mais giras se forem participadas por toda a família."

"Talvez seja uma forma de acabar com a birra sempre que se fala na sopa", diz outra mãe, reconhecendo ser "uma tormenta" convencer o filho a consumir legumes ou fruta. "Antes de ir para a escola até comia salada mas depois começou a ouvir os colegas dizer que não gostam dos verdes e agora é difícil convencê-lo do contrário."


Artigo publicado em Sapo Saúde em 06-2010. Fonte: Diário de Notícias

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Novo código de Publicidade a Alimentos e Bebidas dirigidos a Crianças entrou em vigor


Um dos objectivos é travar a obesidade infantil.

O novo “Código de Auto-Regulação em Matéria de Comunicação Comercial de Alimentos e Bebidas dirigida a Crianças” entrou em vigor, no passado dia 3 de Maio, após ter sido aprovado, por unanimidade, em Assembleia-Geral do ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Comunicação Comercial).

O presente documento, cujos trabalhos preparatórios se iniciaram em 2008, corporiza diversos esforços conjugados, nomeadamente através de vários e profícuos debates entre representantes de associações do sector, como é o caso da APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes, APAP – Associação Portuguesa das Empresas de Publicidade e Comunicação, AMD – Associação Portuguesa de Marketing Directo, Relacional e Interactivo e APImprensa – Associação Portuguesa de Imprensa.

De salientar que este trabalho conjunto, é certamente uma prova viva do compromisso, da união e da corroboração do sector em relação ao sistema de auto-regulação desenvolvido pelo ICAP.

O novo “Código de Auto-Regulação em Matéria de Comunicação Comercial de Alimentos e Bebidas dirigida a Crianças” combina uma série de regras gerais e específicas no campo da comunicação comercial, nomeadamente relativas à responsabilidade social, saúde, segurança, identificabilidade e intervenção de personagens, promoção de vendas e marketing escolar.

Artigo publicado em Sapo Saúde em 03-05-2010. Fonte: ICAP

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Estudo associa obesidade a bactéria encontrada na boca


Um estudo feito no Instituto Forsyth, nos Estados Unidos, encontrou forte associação entre a ocorrência de obesidade e a bactéria Selenomonas noxia, encontrada na boca.

Para a pesquisa, publicada no Journal of Dental Research , foram seleccionados 313 mulheres saudáveis, que apresentavam excesso de peso ou obesidade de nível 1 (circunferência de cintura entre 80 e 88 centímetros). Os resultados apontaram um grau elevado da presença do microorganismo em mais de 90% das mulheres.

"A bactéria foi encontrada em quantidade muito superior ao normal nas pessoas obesas, a tal ponto que seria possível identificar um indivíduo obeso simplesmente pela presença de certa concentração dessa bactéria em sua boca", disse Francisco Groppo, um dos autores do estudo.

"Este é o primeiro estudo que aponta uma bactéria da boca como tendo implicação na obesidade. Sabemos que várias outras doenças têm implicação directa com bactérias da boca", explicou.

A bactéria Selenomonas noxia não depende de oxigénio para sobreviver e é frequentemente encontrada em pacientes com periodontite. "Ela não surge do nada. Para se fixar, precisa de condições especiais, que envolvem uma sequência de eventos distintos.”

Apesar da descoberta, o investigador afirma que não é possível ainda tirar conclusões definitivas. "Não dá para saber se é a bactéria que propicia a obesidade ou se a patologia é que provoca a alta concentração da bactéria", disse.

Curiosamente, segundo ele, a Selenomonas noxia é do mesmo grupo de microorganismos que, no passado, foram encontrados no intestino e estavam relacionados com a obesidade. "Além disso, está associada também a abortos", disse.

O estudo permite levantar algumas hipóteses. "Talvez o organismo dos obesos possa gerar nutrientes específicos para essa bactéria, fazendo com que ela se multiplique além do normal. Também é possível que a bactéria produza substâncias químicas na boca que, uma vez absorvidas, poderiam aumentar a sensação de fome", disse.

O estudo continuará simultaneamente. "O professor Max Goodson [o outro autor do estudo] vai estudar a evolução das bactérias nas crianças. E eu vou começar a fazer uma série de testes in vitro", explicou.

Groppo alerta para a necessidade de cuidados com a saúde oral. "É preciso frisar para a população em geral a necessidade de procurar atendimento odontológico. Este estudo é mais uma prova de que a saúde começa pela boca.


Publicado em Sapo Saúde em 12-08-2009.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Excesso de peso leva a maior desgaste das articulações


O excesso de peso e a obesidade podem ter um impacto significativo na artrite, causando um desgaste mais rápido das cartilagens do joelho.

São estas as conclusões de um estudo publicado na edição de Agosto da revista científica Radiology , levado a cabo por investigadores da Universidade de Boston, nos Estados Unidos.

Os investigadores avaliaram 336 pacientes com excesso de peso e que apresentavam risco de osteoartrite – uma doença das articulações que progride lentamente, mas que pode piorar mais rapidamente em alguns pacientes –, mas que não tinham perda de cartilagem no joelho.

Durante 30 meses de acompanhamento, 20,2% tiveram uma lenta perda de cartilagem, e, em quase 6%, esse desgaste era mais rápido.

As análises mostraram que, juntamente com a pré-existência de um dano ou lesão na cartilagem, inflamação nas articulações e acumulação de líquido nas juntas, o excesso de peso e a obesidade estavam associados a uma rápida perda de cartilagem.

Para cada unidade a mais no índice de massa corporal (medida do peso em relação à altura) havia um aumento de 11% nos riscos de perda rápida de cartilagem. "Sabemos que a perda de peso é, provavelmente, o factor mais importante para retardar a progressão da doença", declarou o investigador Frank W. Roemer, líder do estudo.

"Mais estudos terão de mostrar se outras medidas, como vitaminas ou tratamento direccionado das lesões na medula óssea irão ajudar a retardar a progressão", acrescentou o especialista, destacando que a doença não tem cura.


Artigo publicado em Sapo saúde em 17-08-2009

domingo, 10 de maio de 2009

O stresse crónico poderá predispor à obesidade abdominal


Vários são os factores que podem levar a uma maior acumulação de gordura na região abdominal, entre os quais a exposição constante a situações de tensão e ansiedade.

Este facto, porventura negligenciado por muitas pessoas, pode ser explicado pela consonância de dois fenómenos: por um lado, a maior produção de cortisol (pela glândula supra-renal) despoletada pelo stresse crónico; e por outro, a maior presença de receptores desta hormona nos adipócitos (células gordas) da região abdominal.

O exercício físico pode conferir um benefício adicional na redução deste tipo de gordura.


Artigo publicado em Rituais de Vida Saudável

domingo, 5 de abril de 2009

Óleo de peixe ajuda a tratar crianças com excesso de peso


Cientistas norte-americanos descobriram que a ingestão de óleo de peixes, rico em ómega 3, pode auxiliar no tratamento de crianças com excesso de peso.

Actualmente quase não se fala no óleo de fígado de bacalhau que foi amplamente utilizado desde o século XVIII. Contudo, um estudo da Universidade de Nevada (EUA) concluiu que a ingestão de óleo de peixes pode auxiliar no tratamento de jovens com excesso de peso.

A pesquisa avaliou o efeito do óleo com ómega 3 sobre o perfil de gorduras no sangue em crianças e adolescentes com excesso de peso, entre os 10 e os 18 anos. Todos fizeram dieta e exercícios regulares. Um grupo recebeu, além dessas orientações, doses diárias de óleo de peixe.

Aqueles que receberam o óleo de peixe melhoraram o seu perfil de gorduras no sangue de forma significativa, baixaram os níveis de triglicéridos e aumentaram o colesterol HDL (colesterol bom).

Os que não utilizaram o suplemento, e só fizeram dieta e exercício físico, melhoraram o peso, mas não os níveis de gorduras sanguíneas.

Então, o estudo conclui que a ingestão de óleos gordos, em conjunto com dieta e actividade física, ajuda no combate ao excesso de peso, pelo menos nos jovens, mais do que se eles fizerem só dieta e exercício.

Este estudo é pertinente, pois a epidemia de obesidade que atinge o mundo ocidental está a estender-se às crianças. Estimativas actuais apontam que cerca de 15% das crianças norte-americanas estão com peso acima do ideal.

O excesso de peso das crianças traduz-se por alterações nos níveis de gordura no sangue que, muitas vezes, são semelhantes às de adultos.

Se nada for feito, esses jovens terão mais riscos cardiovasculares no futuro.


Publicado em 6 de Abril em Sapo Saúde.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Obesidade reduz até dez anos de vida

Um IMC (índice de massa corporal) superior a 30 kg/m2 leva à diminuição da expectativa de vida até dez anos.

É o que mostra uma meta-análise realizada com 57 estudos e dados de quase 900 mil pessoas com idade média de 46 anos e divulgada recentemente na edição on-line do periódico «The Lancet».

Pesquisadores da Universidade de Oxford (Reino Unido) viram que, em índices acima de 25 kg/m2, o acréscimo de 5 kg/ m2 eleva em 30 por cento as taxas gerais de mortalidade. O trabalho também aponta que o IMC entre 30 e 35 (indicador de obesidade leve) foi responsável pela redução de dois a quatro anos na expectativa de vida e, entre 40 e 45 (obesidade grave), por de oito a dez anos.

«Excesso de peso encurta o tempo de vida. Na Grã-Bretanha e nos EUA, pesar um terço a mais do que o ideal diminui a vida em três anos. Para a maioria das pessoas, significa carregar entre 20 kg e 30 kg a mais. Se você está a ficar mais gordo, deixar de ganhar peso também poderia adicionar anos à sua vida», explica o epidemiologista Gary Whitlock, líder do estudo.

O IMC é uma medição fácil de calcular: divide-se o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros).

Por exemplo, se pesar 68 kg e medir 1,78 m, deve fazer a seguinte operação:
68: (1.78 x 1.78).
O resultado é de 21.5.

Resultados do IMC:
Inferior a 18.5 = peso baixo
Entre 18.5 e 24.9 = peso normal
Entre 25 e 29 = excesso de peso
30 ou mais = obesidade

Artigo publicado em Sapo Saúde.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Porque engordamos?

O nosso peso nem sempre está relacionado com o que comemos. Um mau estar psicológico pode estar por detrás de um aumento de peso

A comida é um refúgio tal como o cigarro, o álcool e a droga, só que é mais aceite que o cigarro, menos prejudicial que o álcool (pelo menos a curto prazo), e certamente não tão reprovável quanto a droga. Um distúrbio psicológico ou um mau estar em geral pode nos levar a comer mais que o necessário.

Recorrer ao alimento é uma das maneiras mais simples e aparentemente gratificantes para anestesiar a ansiedade, o stress, as frustrações e as tensões ocultas. Por conseguinte, todo o comportamento alimentar inadequado é sintoma de um desequilíbrio interior mais profundo e complexo, que provoca em nós um relacionamento magoado pelas nossas emoções, dando início a um círculo vicioso depressão-alimento, difícil de extinguir.

Portanto, se quisermos resultados no emagrecimento e manutenção do peso ideal, temos que realizar uma reflexão profunda. Um dos problemas mais frequentes nas dietas é o emagrece-engorda, que além de prejudicial do ponto de vista estético e da saúde, deixa diversos ginásios e institutos estéticos mais ricos enquanto você fica mais pobre.

Veremos agora alguns factores que podem estar a interferir neste caso:

a) A solidão
O alimento está relacionado com uma vivência emocional muito intensa (fome-desconforto, alimento-prazer). Algumas mães não suportam a angústia da separação de seus filhos. O bebé, inconscientemente, reduz as suas necessidades naturais de explorar o ambiente, e mais tarde diminui as suas actividades e contactos com outros, principalmente quanto ao sexo.

A criança obesa geralmente é desajeitada, superprotegida, e aos poucos transforma-se num adulto passivo, inibido, carente de aprovação e amparo. A consquência é a solidão. Pode também ocorrer em situações ocasionais, como separações, divórcio ou luto na família. O indivíduo estaria tentando a preencher esse vazio com a alimentação.

b) A vulnerabilidade
Em muitos aspectos, os quilos em excesso representam uma concha protectora contra a ansiedade e a ameaça de destruição, dando ao mesmo tempo uma sensação de força. Estas pessoas vivem com uma constante sensação de vulnerabilidade, quando apenas a contribuição energética seria o meio de sanar o problema.

c) O álibi
É quando o indivíduo estrutura um álibi incontestável que o autoriza a evitar situações geradoras de ansiedade e lhe permita escapar ao julgamento dos outros. Isto nada mais é do que medo de não se encontrar à altura dos desafios, de desiludir expectativas e de não suportar confrontos.

d) Problemas relacionados com o sexo
Ao não conseguir gerir as suas próprias emoções, o indivíduo procura evitar o mundo desconhecido e ameaçador dos instintos. Além disso, como forma de defesa, pode estar substituíndo o prazer do sexo pelo da alimentação.

e) A necessidade de espaço
Frequentemente, o aumento de peso está relacionado com o desejo inconsciente de reivindicar o seu próprio espaço, perante a mãe ou o pai que sufocam, ou ao parceiro que invade seu espaço.

f) A necessidade de criar raízes
Seria a necessidade de oferecer resistência, estar mais plantado no chão, aprofundar raízes, resistir aos problemas.

Artigo publicado em Sapo Mulher.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Projecto Vida Saudável disponibiliza plano alimentar a obesos


A Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação (SPCNA) e a Abbott Laboratórios disponibilizam o novo “Projecto Vida Saudável”, que consiste na disponibilização on-line de dez menus diários, destinados a quem necessite de perder peso.

Este projecto «tem por objectivo disponibilizar aos doentes obesos um plano alimentar que ajude a atingir o peso ideal e a conquistar uma vida saudável. Composto por dez menus para dez dias diferentes, este plano deve ser seguido com rigor para que seja o mais eficaz possível. No novo “Projecto Vida Saudável” é possível, também, fazer algumas trocas de refeições para ir ao encontro da satisfação de algum apetite mais incontrolável que surja no doente obeso», refere o comunicado da SPCNA.

O regime alimentar diário consiste na ingestão de 1800 calorias. O menu 1, por exemplo, tem os seguintes elementos:

Pequeno almoço:

  • Dois iogurtes sólidos magros sem açúcar;
  • Duas mãos de cereais não açucarados;


Meio da manhã:

  • Duas tostas quadradas;
  • Um sumo natural de laranja.


Almoço:

  • Creme de legumes;
  • Gratinado de beringela;
  • Ananás com canela.


Meio da tarde:

  • Uma fatia fina de pão de mistura com uma fatia de queijo flamengo;
  • Um copo de leite simples.


Jantar:

  • Creme de legumes;
  • Arroz de Tamboril malandro;
  • Uma pêra.


Ceia:

  • Chá de cidreira;
  • Quatro bolachas de água e sal.


Fonte: SPCNA


Artigo publicado em Sapo Saúde

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Iniciativa de luta contra a obesidade percorre praias em Agosto

Roadshow Praias do Movimento Energia Positiva disponibiliza diversas actividades

Aulas de tai-chi e de yoga, voleibol de praia, prancha de surf mecânica e lounge bar são algumas das actividades do Roadshow Praias do Movimento Energia Positiva, que se estreou na Praia da Rocha, de 1 a 3 de Agosto, tendo contado com a participação total de mais de três mil pessoas.

Um mini-consultório, com avaliação do Índice de Massa Corporal (IMC), realizado por médicos nutricionistas, é outras das actividades que o Roadshow Praias disponibiliza a todos os que se interessam por hábitos de vida saudáveis.

Recorde-se que o Movimento Energia Positiva é um projecto de responsabilidade social da Galp Energia, em parceria com a Plataforma de Luta contra a Obesidade, da Direcção-Geral de Saúde, e tem por missão a sensibilização para estilos de vida saudáveis.

Incentiva à prática de actividade física e à adopção de uma alimentação equilibrada. O objectivo é combater as elevadas taxas nacionais de obesidade: 51% da população portuguesa sofre de excesso de peso e de obesidade (35% tem excesso de peso e 16% é obesa).


Horário das actividades: 09h00 às 12h00; 16h00 às 19h00

Calendário:

1 a 3 de Agosto – Praia da Rocha, Portimão

9 de Agosto – Lagoa de Santo André, Costa Vicentina

10 de Agosto – Praia do Carvalhal, Costa Vicentina

22, 23 e 24 de Agosto – Praia de Monte Gordo, Vila Real de Santo António

30 de Agosto – Praia do Meco, Sesimbra

31 de Agosto – Praia do Pescador, Costa da Caparica


Artigo publicado no site Sapo Saúde